Você é Quem Tem a Capacidade de Mudar

“E não vos conformeis com esse mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.2)

 

Um homem estava caminhando ao por do sol em uma praia deserta mexicana. À medida que caminhava, começou a avistar outro homem a distância. Ao se aproximar do nativo, notou que ele se inclinava, apanhava algo e atirava na água. Repetidamente, continuava jogando coisas no mar.

Ao se aproximar ainda mais, nosso amigo notou que o homem estava apanhando estrelas-do-mar que haviam sido lançadas na praia e, uma de cada vez, as devolvia para a água.

Nosso amigo ficou intrigado. Aproximou-se do homem e disse:

– Boa tarde, amigo. Estava tentando adivinhar o que você está fazendo.

– Estou devolvendo estas estrelas-do-mar ao oceano – explicou o nativo. – Você sabe, a maré está baixa e todas as estrelas-do-mar, elas morrerão por falta de oxigênio.

– Entendo – disse o homem. – Mas deve haver milhares de estrelas-do-mar nesta praia. Provavelmente você não será capaz de apanhar todas elas. Simplesmente são muitas. Você percebe que talvez isso esteja acontecendo em centenas de praias acima e abaixo desta costa? Vê que não fará diferença alguma?

O navio sorriu, curvou-se, apanhou outra estrela-do-mar e, ao arremessá-la de volta à água, replicou:

– Fez diferença para aquela.

Todos nós somos dotados da capacidade de operar mudanças. Se cada um agir com o objetivo de mudar, com certeza nossa vida transformará e elevará seu patamar de qualidade.

 

SE CADA UM FIZER A SUA PARTE, OS PROBLEMAS SE RESOLVEM MAIS DEPRESSA

“Portanto, meus amados irmãos sede firmes e constantes, sempre atuantes na obra do Senhor. Sabendo que nele o vosso trabalho não é inútil.” (1 Coríntios 15.58)

 

Uma floresta, onde viviam animais de espécies variadas, certo dia se incendiou, e seus habitantes ficaram desesperados, sem saber o que fazer.

O leão urrava, o macaco corria de um lado para o outro, o coelho, com sua agilidade, sumiu no meio do mato e outros animais se reuniram para discutir qual seria o destino de todos. Enquanto a reunião se realizava, os animais observaram que um passarinho voava até um regato, pegava água em seu biquinho, molhava as asas e ia até o local onde estava o fogo. Viram essa operação se repetir inúmeras vezes. Então, o elefante, um dos participantes daquela reunião, resolveu matar a curiosidade de todos e interpelou o passarinho:

– Passarinho, o que está fazendo? Venha se unir a nós… Estamos aqui discutindo como será possível acabar com todo este fogo que assola a nossa floresta.

O passarinho respondeu:

– Não posso… Estou tentando apagar este incêndio que tanto mal está nos fazendo.

– Mas, passarinho – disse o elefante –, você por acaso pensa que sozinho poderá acabar com este fogo?

E o passarinho respondeu:

– Se cada um de vocês fizesse a sua parte e viesse me ajudar, o fogo poderia acabar mais rapidamente.

O trabalho coletivo é capaz de transpor obstáculos e alcançar realizações que seriam impossíveis de ser conseguidos por uma só pessoa.

Assim é na vida, se trabalharmos em conjunto, unidos e com os mesmos propósitos, alcançaremos com rapidez e sucesso os resultados esperados, no trabalho, na família e na igreja.

Pense nisso e faça sua parte!

DESCUBRA A VERDADEIRA NATUREZA DAS PESSOAS

“Inclina teu ouvido e ouve as palavras dos sábios, aplica o teu coração ao meu conhecimento.” (Provérbios 22.17)

 

Uma vez, andando pela floresta, um homem encontrou um filhote de águia. Levou-o para casa e o colocou no galinheiro. Algum tempo depois, um naturalista tentou convencer o fazendeiro de que a ave tinha coração de águia e que certamente deveria voar. E o fazendeiro retrucou:

– Depois que lhe dei comida de galinha e a eduquei para ser uma galinha, ela nunca aprendeu a voar. Se se comporta como  uma galinha, é porque não é mais uma águia.

Depois de muito discutirem, o naturalista pegou a águia nos braços e disse:

– Você pertence aos céus e não à terra. Bata bem as asas e voe…

Confusa, sem consciência da sua identidade, a águia correu para junto das galinhas.

Depois de tentar várias vezes, o naturalista um dia levantou-se na direção do sol. A águia começou a tremer, lentamente abriu as asas e, com um crocitar de triunfo, alçou voo. Pode ser que a águia ainda se lembre das galinhas com saudade, pode ser que ainda, ocasionalmente, visite um galinheiro, mas, até onde foi possível saber, ela nunca mais voltou a viver como uma galinha. Nunca tinha deixado de ser uma águia, embora tivesse sido mantida como uma galinha.

Procure na vida as águias que se acomodaram à rotina e que se acostumaram a viver como galinhas. Liberte-as! Resgate o coração de águia que há dentro delas e você conhecerá uma vida e ministério muito mais ágil e criativo. Pense nisso!

 

 

USE COM INTELIGÊNCIA O POUCO CONHECIMENTO QUE TEM

“Por acaso a sabedoria não está clamando? Por acaso o entendimento não está elevando a sua voz?” (Provérbios 8.1)

Toda semana, um velho fazendeiro tomava um trem para ir à cidade depositar em um banco o produto da colheita. Ele procedia assim havia muitos anos e no final da tarde retornava no mesmo trem. Na viagem de volta, também era rotineira a presença de um professor universitário, que aproveitava a viagem para ler algum livro, corrigir alguma prova ou preparar algum teste para aplicar em aula. Com isso ele se distraía e não sentia o tempo passar.

Numa dessas viagens, o professor esqueceu sua pasta na escola e ficou sem ter com que se distrair. Resolveu então, puxar conversa com o velho fazendeiro que ele sempre via no trem.

— Boa tarde — cumprimentou o professor. Depois de dizer seu nome, acrescentou: — Sou professor universitário, tenho cinco diplomas, falo seis idiomas e sou muito viajado, conheço todos os continentes. E o senhor, quem é?

Após também dizer seu nome, o velho acrescentou: — Mas eu não completei nem o primário…

O professor, vendo que entre eles não seria possível uma longa conversa, sugeriu uma brincadeira para passar o tempo:

— Eu lhe faço uma pergunta e o senhor me faz uma pergunta. Quem errar paga um real para o outro.

Ah, não acho justo — disse o velho. — Como eu tenho pouco conhecimento, se eu errar eu lhe pago um real. Mas se o senhor, que tem muito conhecimento, errar, aí o senhor me paga dez reais.

Assim acertaram e o velho pediu para fazer a primeira pergunta:

— O que é, o que é que tem dez metros de comprimento, pesa dez quilos, tem capacidade para transportar dez pessoas e dá a volta ao mundo em dez dias?

O professor pensou, pensou, mas não teve jeito de achar a resposta.

— Não sei — admitiu.

— Então, me pague os dez reais — disse o velho estendendo a mão.

O professor pagou e, percebendo a perspicácia do velho, disse:

— Sendo a minha vez de perguntar, eu devolvo a mesma pergunta ao senhor: o que é essa coisa que o senhor me perguntou?

— Eu também não sei — respondeu o velho e, estendendo a mão, disse:

— Aqui está o seu um real.

O que vale não é a quantidade de conhecimento que temos, mas o que somos capazes de fazer com o pouco de conhecimento que tivemos a oportunidade de receber. Pense nisso!

 

Trabalhar em Equipe é Respeitar Diferenças

“A sabedoria do prudente está em entender o seu caminho, mas a tolice dos tolos está em enganar.”  (Provérbios 14.8)

No trabalho e na vida é comum fazermos comparações entre pessoas e até mesmo exigir que elas ajam como nós agiríamos. Isso é um grave erro. Não podemos exigir ou forçar que as pessoas pareçam conosco ou que tenham nossas qualidades.

Conta-se que uma vez vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas. O Pássaro insistiu que houvesse aulas de voo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída no currículo da escola. E assim foi feito, incluíram tudo, mas… cometeram um grande erro. Insistiram que todos os bichos cursassem todos os cursos oferecidos.

O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele, mas também queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no em cima de uma árvore. Ele saltou lá de cima e não deu outra: quebrou as patas! O Coelho não aprendeu a voar e ainda acabou sem poder correr também. O Pássaro voava como nenhum outro, mas quando o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira quebrou o bico e as asas. Resultado: depois não conseguiu mais nem voar tão bem nem cavar buracos.

De forma figurada, isso mostra o que às vezes acontece na vida e família. Não podemos forçar que as pessoas sejam parecidas conosco ou que tenham nossas qualidades. Se agirmos assim, a faremos sofrer e, no fim de tudo, elas ainda poderão nem ser o que queríamos que fossem e, ainda pior, poderão nem mais fazer o que antes faziam bem feito. Trabalhar em equipe e valorizar as pessoas é, antes de tudo, respeitar as diferenças. Pense nisso e Feliz 2019!

Viver Exige Criatividade e Imaginação

Viver Exige Criatividade e Imaginação

“Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar segundo a Sua boa vontade.”

(Filipenses 2.13)

Boas palavras valem muito – e custam pouco. Mas raramente o poder da comunicação e o da persuasão são utilizados na arte de viver… Em certas ocasiões, usar a palavra com imaginação traz muito mais retorno do que qualquer procedimento técnico ou atitude aprendidos em escolas ou treinamentos. Saber viver é uma arte, e ela exige técnica e criatividade.

Tenho tido a curiosidade de observar como é grande a falta de imaginação entre as pessoas. Na rotina do dia-a-dia, apegam-se à necessidade pura e simples de “fazer” e se esquecem do que há de mais precioso e que não custa nada: usar a imaginação para seduzir e encantar as pessoas! Selecionei três histórias interessantes, em que o uso da criatividade foi a razão do sucesso. Observe a simplicidade das ações e os resultados obtidos:

Uma mulher que vendia gardênias diante do Radio City Music Hall, em Nova York, exibia o seguinte cartaz: “Não estou faminta e não tenho filho para alimentar. Vendo flores porque amo as flores e gosto de vendê-las. Se quiser comprar, custam 25 centavos cada uma, e eu lhe agradeço e se não está interessado, isto é com você, e que Deus o guie em seu caminho.”

A mulher esvaziou cinco cestas de flores em quinze minutos.

Um dono de restaurante cheio de ideias criativas mas com pouco dinheiro para anunciar comprou o maior aquário de peixinhos que pode encontrar, encheu-o com água pura e colocou-o na vitrine de seu restaurante com um cartaz que dizia: “Este aquário está cheio de peixinhos paraguaios invisíveis.”

Foram necessários dois policiais para manter a ordem em frente ao restaurante, tamanha a quantidade de pessoas curiosas. Curiosidade chama a atenção.

O proprietário de um hotel conseguiu aumentar substancialmente a frequencia em seu estabelecimento atraindo casais em lua-de-mel. Sempre que esses casais chegavam ao hotel, o proprietário os convidava a celebrar a ocasião plantando uma pequena árvore no jardim. Depois, marcava o lugar em que a árvore cresceria com uma placa de prata gravada com o nome de cada um e a data de seu casamento.

Naturalmente, com tal interesse pessoal em jogo, ano após ano os casais não deixavam de voltar ao hotel para acompanhar o desenvolvimento de sua árvore e se certificar de que ela, assim como o amor deles, continuava vivos.

Atitudes simples e criativas, mas que se tornaram casos de sucesso em prosperidade! A Bíblia é rica em criatividade, visão e motivação e ainda temos o privilégio de ter o mestre dos mestres como nosso conselheiro. Agite e transforme sua vida!

 

AS PESSOAS SÃO BOAS E HONESTAS

“Quem vê com olhos bondosos será abençoado.” (Provérbios 22.9a)

Stew Leonard´s é um pequeno supermercado que fica na cidade de Norwalk, nos Estados Unidos. Segundo o livro Guinness, de recordes, essa loja é a que mais vende por metro quadrado no mundo, mais que qualquer outro supermercado. Stew Leonard, o proprietário, dá a razão de seu sucesso:

— Se eu cultivar clientes felizes, eles vão voltar!

Ele conta que a lição mais importante para satisfazer os clientes ele aprendeu três semanas antes de um Natal, quando estavam vendendo gemadas. Uma cliente virou-se para ele e reclamou:

— A gemada está azeda!

— Azeda? Na minha loja nova, onde pus minha alma e meu coração? Não pode estar azeda! A senhora está errada! Já vendemos cem galões de gemada dessa remessa e só a senhora reclamou!

Ela olhou para ele e disse:

— Não importa o quanto tenha vendido! Quero meu dinheiro de volta!

A mulher estava tão furiosa que as veias do pescoço saltavam… Stew botou a mão no bolso e pegou o dinheiro; ela o arrancou da mão dele e saiu. Suas últimas palavras foram:

— Nunca mais volto aqui!

Ao jantar, naquela noite, o comerciante comentou com sua mulher:

— Você não acredita como as pessoas podem ser! Ela estava errada! Errada!

— Você está brincando? Você é que estava errado! Não percebe que a insultou? Praticamente a chamou de mentirosa. Espero que não vá administrar seu negócio como os outros gerentes de supermercado, que sempre acham que os clientes são mentirosos! Não acreditam em nós. Mas nós nos vingamos: nunca mais voltamos.

Stew começou a pensar a respeito e disse a si mesmo:

— É verdade. Noventa e nove por cento dos clientes são bons e honestos. É apenas aquela pequena fração de 1% de chatos que tenta deixá-lo louco. Mas se você dirigir seu negócio protegendo-se desse 1% acaba penalizando os 99% de clientes bons e honestos.

Stew decidiu então que nunca nenhum cliente seu jamais estaria errado. Ele colocou na entrada da loja uma enorme rocha onde está gravada a política da loja para que todos possam ver:

Regra número 1: O cliente sempre tem razão!

Regra número 2: Se o cliente estiver errado, releia a regra número 1!

É essa filosofia que faz o cliente ficar encantado e achar que comprar no Stew Leonard´s é uma experiência  agradável e compensadora.

Esse é também um investimento de vida, abraçar e amar, é melhor que brigar e afastar! Pense nisso!

SUA PAZ INTERIOR DEPENDE EXCLUSIVAMENTE DE VOCÊ

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou.”
(João 14.27)

Conta a lenda que um velho sábio, tido como um mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu no sábio e gritou-lhe todos os tipos de insultos. Durante horas, fez de tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se. Impressionados, os alunos quiseram saber como o mestre pudera suportar tanta indignidade. O mestre perguntou:
– Se alguém vem até você com um presente e você não o aceita, a quem pertence o presente?
– A quem tentou entregá-lo – respondeu um dos discípulos.
– Exatamente. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando eles não são aceitos, continuam pertencendo a quem os trazia consigo. Sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir…
Os relacionamentos muitas vezes se tornam tensos, e inevitavelmente os nervos ficam à flor da pele, fazendo com que as pessoas percam o controle. Em momentos assim, a paciência e a calma são de extrema importância para minimizar os efeitos das acusações. Normalmente, o que é difícil de se realizar, valoriza as conquistas!
Pense nisso!

Pastor Nilton Barreto
PIBIG – Primeira Igreja Batista da Ilha do Governador

NÃO SE DEIXE LEVAR PELA ARROGÂNCIA

“A arrogância antecede a destruição, e a altivez do Espírito antecede a queda.” (Provérbios 16.18)
Dizem que em 1995 houve o seguinte diálogo entre um navio da Marinha americana e as autoridades costeiras do Canadá. Os americanos começaram educadamente:
– Favor alterar seu curso 15 graus para o norte, para evitar colisão com nossa embarcação.
Os canadenses responderam de pronto:
– Recomendo mudar seu curso 15 graus para o sul.
O americano ficou mordido:
– Aqui é o capitão de um navio da Marinha americana! Repito, mude seu curso.
Mas o canadense insistiu:
– Impossível. Mude seu curso atual.
O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone:
– Este é o porta-aviões USS Lincoln, o segundo maior da frota americana no Atlântico! Estamos acompanhados de três destroyers, três fragatas e numerosos navios de suporte. Eu exijo que vocês mudem imediatamente seu curso 15 graus para o norte, do contrário tomaremos contramedidas para garantir a segurança do navio.
E o canadense respondeu:
– Impossível, repito: aqui é um farol… Câmbio!
Às vezes nossa arrogância nos faz cegos… Quantas vezes não insistimos em criticar a atitude dos outros, quantas vezes não exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós, quando na verdade nós é que deveríamos mudar nosso rumo?

Pastor Nilton Barreto
PIBIG – Primeira Igreja Batista da Ilha do Governador

APRENDA A DIZER “NÃO”

“Há caminhos que parecem direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte.” (Provérbios 16.25)

O vigia de uma pequena aldeia tinha a função de manter acesa a luz do farol. Para tanto, devia abastecê-lo com óleo dia e noite. Era um trabalho de muita responsabilidade, pois o farol guiava os navios que passavam por um local estreito, perigoso e cheio de rochas.
Próximo ao farol havia uma pequena aldeia e, constantemente, um morador de lá ia procurar o vigia para pedir-lhe um pouquinho de óleo para suas lamparinas. O vigia, homem muito bondoso, nunca lhe dizia “não”. Agindo assim, com o tempo o faroleiro gastou todo suprimento de óleo do farol e, pouco a pouco, a luz da importante torre foi enfraquecendo, até se apagar completamente. O vigia se apavorou quando viu diante dele o quadro que ele mesmo ajudara a pintar: um grande navio cheio de tripulantes se aproximou do estreito, bateu nas rochas e afundou. Sua atitude insensata e irresponsável, ainda que bem-intencionada, acabou provocando a morte de muitas outras pessoas.
Em alguns momentos da vida, temos de agir com firmeza e saber dizer “não”. Se nos desviarmos das nossas responsabilidades, poderemos causar perdas para quem depositou confiança em nosso trabalho, ministério e família.
Pense nisso!
Pastor Nilton Barreto

AJUDE OS OUTROS A VENCER

“Um ao outro ajudou e disse ao seu companheiro: Esforça-te!”
(Isaías 41.6)

Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos cem metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e quem sabe ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito competidores ouviram o choro, diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles se viraram e voltaram. Todos. Uma das meninas, com síndrome de Down, se ajoelhou, deu um beijo no garoto caído e disse:

– Pronto, agora vai sarar.
E todos os nove competidores deram-se os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro ficou de pé e aplaudiu os atletas por muitos minutos. Os espectadores que estavam ali naquele dia e presenciaram aquela cena incomum continuam repetindo essa história até hoje.
E por quê? Porque no fundo nós sabemos que na vida o que importa não é ganhar sozinho. O que importa é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudarmos de curso.
Pense nisso!

Pastor Nilton Barreto

Construa um Ambiente Harmonioso com Tolerância e Perdão

 

“A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura provoca a ira.”

(Provérbios 15.1)

 

Um empresário com grande poder de decisão gritou com um diretor de sua empresa, porque naquele momento estava sentindo muita raiva. O diretor, chegando em casa e vendo um bom e farto almoço à mesa, gritou com sua mulher, acusando-a de gastar demais.

A mulher gritou com a empregada, que, assustada, quebrou um prato ao tropeçar no cachorrinho da casa.

A empregada chutou o cachorrinho que a havia feito tropeçar. O cachorrinho saiu correndo e mordeu uma senhora que ia passando pela rua, porque ela estava atrapalhando sua saída pelo portão.

Essa senhora foi à farmácia para tomar uma vacina e fazer um curativo, e gritou com o farmacêutico porque a vacina doeu ao lhe ser aplicada. O farmacêutico, chegando em casa, gritou com sua mãe porque o jantar não estava do seu agrado.

A mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou os cabelos do filho e beijou-o na testa, dizendo:

– Filho querido, prometo que amanhã farei seu doce predileto. Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis de sua cama, pôr outros bem limpinhos e cheirosos para que você descanse em paz. Amanhã vai se sentir melhor.

E o abençoou, retirando-se e deixando o filho sozinho com seus pensamentos.

Naquele momento, o círculo do ódio se rompeu, porque ele esbarrou na TOLERÂNCIA, no PERDÃO e no AMOR.

Se você está em um círculo do ódio, ou se colocaram você ali, lembre-se de que com TOLERÂNCIA, PERDÃO e AMOR pode-se quebrá-lo.

Pense nisso!

 

Pr. Nilton Barreto

O Supremo Pastor

 

“O Senhor é meu Pastor nada me faltará.”

(Salmos 23.1)

 

Como rebanho do Senhor Jesus, temos a garantia de recebermos do Pai: Salvação, proteção, sabedoria, cuidado, alimento para a alma, provisão, amor, milagres, conselhos e vida em abundância.

Ao mesmo tempo, precisamos ter uma vida pautada na obediência, fidelidade e adoração.

Ser sensíveis para ouvir a voz mansa e suave do mestre, ensinando o caminho da gratidão e louvor a Deus.

Pense nisso!

 

Pr. Nilton Barreto

Um Novo Dia Raiou

 

“Agradeço a Cristo Jesus, nosso Senhor, por me fortalecer, e me considerar fiel,

pondo-me no seu ministério.” (1 Timóteo 1.12)

 

Os dias vão passando e contabilizando o tempo. De repente, percebo que completo 17 anos pastoreando essa amada igreja.

Um rio segue o seu curso buscando o mar, em alguns lugares, sua passagem é calma e tranquila, já em outros, são corredeiras fortes e violentas, águas profundas ou rasas vão marcando sua trajetória, cachoeiras, montanhas, obrigam as curvas e quedas, às vezes, muito altas. Porém, o objetivo continua sendo prioridade, chegar ao mar, serpenteando pelos obstáculos encontrados. Ele nunca desiste!

Assim vejo meu ministério. Enfrentando lutas, batalhas, tristezas, alegrias, problemas, lágrimas e sorrisos, mas jamais faltou o amor de Deus, sua maravilhosa graça, manifestação do seu poder, e a contemplação do seus milagres nos momentos onde tudo parece impossível.

Quero agradecer a todos pelo carinho, amor, atenção e apoio.

A Deus, toda honra e toda glória!

Ao Senhor Jesus nossa gratidão e nosso eterno amor!

Obrigado Pai, por alcançar mais um marco de tão elevada proporção.

 

 

Pr. Nilton Barreto

Aprenda a Ouvir o Coração das Pessoas

“Sabeis isso, meus irmãos, mas todo homem seja pronto para ouvir.”

(Tiago 1.19a)

 

Um rei queria preparar o filho para ser um grande administrador e o mandou passar um ano na floresta para aprender os sons da natureza. Quando o príncipe retornou, descreveu os sons que tinha ouvido: o canto dos pássaros, o balançar das folhas e o barulho do vento. O pai disse então que ele voltasse e ouvisse tudo o mais que fosse possível. O príncipe retornou à floresta e se pôs a ouvir e a ouvir. Certa manhã, começou a escutar sons vagos, diferentes de tudo que até então ouvira. Quando voltou para casa, disse ao pai:

– Quando prestei mais atenção, pude ouvir o inaudível, como o som das flores de abrindo e o som do sol aquecendo a terra.

Ouvir o inaudível é ter a disciplina necessária para se tornar um grande ser humano. Apenas quando aprende a ouvir o coração das pessoas,  os sentimentos mudos, os medos e as queixas não confessados, um cristão pode inspirar confiança em seus amigos e irmãos, entender o que está errado e atender às reais necessidades da vida. Uma igreja não se desenvolve se os líderes ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem mergulhar fundo na alma para ouvir seus reais sentimentos, desejos e opiniões.

Pense nisso!

Pr. Nilton Barreto

Não Deixe Sua Vida Sem um Destino Definido

“Se tu quiseres te darei o melhor desta terra.”

(Isaías 1.19)

 

Conta a história que um rei mandou fazer um anel com uma pedra preciosa. Depois ordenou aos soldados que colocassem o anel no alto de um enorme poste de madeira, e convocou a população:

– Quem conseguir atirar uma flecha que passe pelo centro do anel o receberá de presente, com mais cem moedas de ouro.

Quatrocentas pessoas ofereceram-se para atirar suas flechas. Todas o fizeram. E todas erraram. Perto dali,  um jovem brincava com seu arco, quando uma das flechas atiradas por ele foi desviada pelo vento, aproximou-se do poste e atravessou o centro do anel. O rei premiou o rapaz com a joia e as moedas de ouro. Assim que saiu do palácio, a primeira coisa que o jovem fez foi queimar seu arco e suas flechas.

– Por que está fazendo isso? – perguntou um passante.

– Um homem deve entender que às vezes a sorte lhe bate à porta, mas jamais deixar que ela o engane e termine convencendo-o de que ele tem talento.

Essa história nos faz pensar nas tantas vezes que acertamos o alvo apenas por sorte ou coincidência. Não deixe os rumos de sua vida ser traçados pela sorte. Introduza controles nos processos, para gerar resultados previsíveis.

Busque nos ensinamentos de Jesus as escolhas certas!

 

Pr. Nilton Barreto

A Inveja só Traz Infelicidade

 

“Bem-aventurados os humildes, pois herdarão a terra.”

(Mateus 5.5)

Um quebrador de pedras estava muito insatisfeito consigo mesmo e com sua posição na vida. Um dia, passando em frente à casa de um rico comerciante, pensou com inveja: “Como esse homem deve ser rico e poderoso…”. Para sua surpresa, tempos depois, ele mesmo se transformou num homem rico e poderoso, embora fosse invejado e detestado por todos aqueles menos poderosos e ricos do que ele. Um dia, olhou para o sol e pensou: “Como o sol é poderoso! Gostaria de ser o sol!”. Então ele se tornou o sol, lançando seus raios sobre a terra, sobre tudo e sobre todos. Depois, começou a invejar o vento: “Como o vento é poderoso!”, pensou. “Gostaria de ser o vento!” Então ele se tornou um furacão, soprando as telhas dos telhados das casas. Em determinado momento, porém, encontrou algo que ele não foi capaz de mover nem um milímetro, não importasse o quanto ele soprasse e lançasse rajadas de ar. Ele viu que o objeto era uma grande e alta rocha. “Como a rocha é poderosa!”, pensou. “Gostaria de ser uma rocha!” Então ele se tornou uma rocha, mais poderosa do que qualquer outra coisa na terra, eterna e irremovível. Mas enquanto ele estava lá, orgulhoso de sua força, ouviu o som de um martelo que batia sobre uma superfície dura, e percebeu que estava sendo despedaçado. “O que poderia ser mais poderoso do que uma rocha?!”, indagou, surpreso. Então, ao olhar para baixo, viu a figura de um humilde quebrador de pedras.

Uma das causas mais frequentes da infelicidade na vida é a inveja, o inconformismo de não ser o que os outros são. Lembre-se: cada um tem seu próprio tamanho, o que não significa ser mais ou menos importante.

Pense nisso!

 

Pr. Nilton Barreto

Estimule a Troca de Ideias entre as Pessoas

 

“Deixai a insensatez e vivei, andai pelo caminho do entendimento.”

(Provérbios 9.6)

 

Um intelectual foi encontrar um mestre religioso e ambos passaram a noite inteira conversando sobre religião. Assim que o sol começou a mostrar os primeiros raios, o intelectual observou:

– Ah, que noite abençoada foi essa! Ficamos aqui sentados discutindo coisas tão importantes… Muito melhor que passar uma noite sozinho com meus livros.

E o mestre comentou: – Pois achei a noite horrível. Foi uma perda total de tempo.

– Mas por quê?! –  perguntou o intelectual, surpreso.

– Durante todo o tempo, você tentou dizer algo que me agradasse e eu tentei lhe dar respostas que o deixassem contente. Em vez de encararmos nossas diferenças e compreendermos que só assim podemos evoluir, tentamos o tempo todo agradar um ao outro. Teria sido melhor se tivéssemos passado a noite orando; pelo menos teríamos agradado à pessoa certa, que é Deus.

Essa história nos ensina que diferenças de pensamento são construtivas e devem ser enfrentadas. Se na vida ficarmos apenas concordando com tudo e tentando agradar um ao outro, pouco se desenvolverá e estaremos fadado ao fracasso. Estimule a discussão e a troca de ideias, você perceberá rapidamente melhorias sendo introduzidas e gerando melhores resultados para alcançar os alvos e objetivos. Pense nisso!

 

Pr. Nilton Barreto

A Melhor Forma de Ensinar é Dar o Exemplo

“Desperta tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo te iluminará.”

(1 Timóteo 4.12b)

 

Napoleão Bonaparte foi, sem dúvida, um dos maiores líderes que o mundo já conheceu. Certa vez, seu exército estava se preparando para uma de suas maiores batalhas. As forças adversárias tinham um contingente três vezes maior que o das tropas de Napoleão, além de um equipamento muito superior. Napoleão avisou os generais de que estava indo também para a frente de batalha e eles procuraram convencê-lo a mudar de ideia:

– Comandante, o senhor é o império. Se morrer, o império deixará de existir. A batalha será muito difícil. Deixe que nós cuidaremos de tudo. Por favor, fique. Confie em nós.

Tudo em vão, nada fez Napoleão mudar de ideia. No meio da noite, o general Junot, um de seus brilhantes auxiliares e também amigo, procurou-o e, de novo, tentou mostrar o perigo de o imperador ir para a frente de batalha. Napoleão olhou-o com firmeza e disse:

– Não tem jeito, eu vou.

– Mas por que, comandante?

E Napoleão respondeu: – É mais fácil puxar do que empurrar.

Servir de exemplo não é a melhor forma de ensinar; é a única forma de ensinar!

Se nossas lideranças quiserem que as coisas melhorem na igreja, precisam dar o exemplo. Se os liderados não percebem o esforço e o firme propósito de realizar, dificilmente promoverão as mudanças necessárias. Liderar não é tarefa fácil. As conquistas surgem com os bons exemplos, basta olharmos para Jesus o maior de todos os exemplos. Pense nisso!

 

Pr. Nilton Barreto

Junho, Mês do Despertamento

 

“Desperta tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo te iluminará.”

(Efésios 5.14)

 

O tempo, os problemas, as dificuldades, nos fazem desanimar. Uma rotina, muitas vezes, cansativa e enfadonha, nos deixa sem disposição e alegria na vida.

Esse mês o desafio é despertar para vida, para os sonhos, para o crescimento espiritual, para trabalho do Reino, para fé, para o amor a Deus e para fidelidade à Palavra.

Você está convidado a aceitar esse desafio pois, com a ajuda de Deus e a direção do Espírito Santo, construiremos uma nova história na PIBIG. A ação, apoio e participação de todos será fundamental para alcançarmos as vitórias desejadas.

Nos dias 6, 13, 20 e 27 de junho, sempre as quartas, e no 1° domingo de julho, dia 1, em classe única, estaremos desenvolvendo os seguintes temas: Despertando a fé, despertando a vida, despertando a igreja, despertando os propósitos e sonhos e fazendo as escolhas certas.

Conto com sua presença e oração. Aceite essa convocação!

 

Pr. Nilton Barreto

É com o Exemplo que se Promovem Mudanças

“…mas procura ser exemplo para os fiéis na Palavra, no comportamento, no amor, na fé e na pureza.” (1Timóteo 4.12b)

 

Às vezes, noto que as pessoas, principalmente em cargo de liderança, sentem-se impotentes para promover mudanças e não sabem por onde começar. Eu não vejo outra saída senão o exemplo. Dar o exemplo para que ele se multiplique.

Na África, na década de 1980, um inglês que lutava pela união das tribos ensinou seus membros a falar a mesma língua. Lutou contra soldados e contra o racismo. Com sabedoria e coragem, conduziu uma multidão com um único objetivo: tornar melhor o futuro de todos. Certa vez um habitante lhe perguntou como faria para ensinar milhares de pessoas se numa sala só poderia reunir meia dúzia. Como os outros alcançariam suas mensagens e ensinamentos? E ele respondeu:

– Uma cachoeira nasce de uma simples gota d´água e veja o resultado. Quem luta somente pelo seu sucesso, achando que nunca precisará dos outros, nasce gota e morre gota. Mas quem se une a muitos pensando no sucesso de todos cresce, se torna cachoeira, junta-se aos que sabem, aos que fazem pessoas crescer.

É dando o exemplo e ensinando aos mais próximos que veremos mudanças de comportamento na vida, na família e na igreja. Pense nisso!

Pastor Nilton Barreto

Você Vale Pelo Que é, e Não Pelo Que Tem

“O Senhor é contigo, varão valoroso.”

(Juízes 6.12)

 

Um famoso conferencista começou um dia sua palestra segurando uma nota de 50 reais. Numa sala com duzentas pessoas, ele perguntou à plateia:

– Quem quer esta nota de 50 reais?

Mãos começaram a se erguer.

– Eu darei esta nota a um de vocês, mas primeiro deixem-me fazer isto! – Então ele amassou a nota. E perguntou outra vez:

– Quem ainda quer esta nota?

As mãos continuaram erguidas.

– Bom, e se eu fizer isto? – perguntou, deixando a nota cair no chão e começando depois a pisá-la e a esfregá-la. Em seguida, pegou a nota imunda e amassada, e perguntou:

– E agora? Quem ainda quer esta nota?

Todas as mãos permaneceram erguidas.

– Meus amigos, aprendam esta lição. Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda vão querer esta cédula, porque ela não perde o valor, ela sempre valerá 50 reais.

Isso também se dá conosco. Muitas vezes, na vida, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos, por decisões que tomamos ou por circunstâncias com que deparamos em nosso caminho. E assim nos sentimos desvalorizados, sem importância. Porém, creiam: não importa o que aconteceu ou acontecerá, jamais perdemos nosso valor.

Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos: o nosso valor.

E o amor de Deus é a maior demonstração de que somos especiais para Ele, joias de fino valor.

Nada nesse mundo, nem ninguém vai conseguir destruir o valor que você tem. Você é especial para o Senhor! Pense nisso!

 

Pastor Nilton Barreto

Resolva os Problemas de Vez

 

“Portanto, tudo que o homem semear, isso também colherá.”

(Gálatas 6.7)

 

Um dia, um comerciante encontrou três homens que se lamentavam por mal ter o que dar de comer à família deles. Passavam necessidades e os filhos estavam mal alimentados.

Sensibilizado, o comerciante quis ajudar os três homens e disse que daria a eles um saco com farinha, outro com pães e outro com sementes de trigo. O homem mais afoito foi logo pegando o saco de pães e correu para casa. O outro escolheu o saco com farinha e agradeceu, saindo apressado. O terceiro ficou radiante com o que lhe sobrou e disse:

– Estou feliz, pois sou o único dos três que não precisará mais voltar aqui.

Ou seja, foi o único que resolveu de vez sua situação e a dos filhos.

Quando falamos em comprometimentos com a qualidade, com a melhoria contínua, falamos de algo duradouro, falamos de comprometimento. Comprometer-se é não pensar só no momento, mas levar aquilo a que se propôs até o fim. É como jogar sementes para depois colher.

É preciso educar as pessoas para uma nova forma de trabalhar. A adoção de novos hábitos é um processo lento e gradual, que deve levar em conta a realidade da vida. Vai exigir muita repetição e reforço positivo até que se alcance a mudança desejada.

Pense nisso!

Pastor Nilton Barreto

A Família em Primeiro Lugar

“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam.”

(Salmo 127.1)

 

Um consultor especialista em gestão de tempo quis surpreender a plateia durante uma conferência. Tirou debaixo da mesa um frasco grande de boca larga, colocou-o sobre a mesa ao lado de uma pilha de pedras do tamanho de um punho e perguntou:

– Quantas pedras vocês acham que cabem neste frasco?

Após algumas conjecturas dos presentes, o consultor começou a colocar as pedras, até encher o frasco. Perguntou então:

– O frasco está cheio?

Todos olharam para o recipiente e disseram que sim. Em seguida, o conferencista tirou um saco com pedrinhas bem pequenas debaixo da mesa. Colocou parte das pedrinhas dentro do frasco e agitou-o. As pedrinhas penetraram pelos espaços que havia entre as pedras grandes. O consultor sorriu com ironia e repetiu:

– O frasco está cheio?

Dessa vez a plateia ficou em dúvida: – Talvez não… – disseram alguns.

– Muito bem! – exclamou o consultor, pousando sobre a mesa um saco com areia, que começou a despejar no frasco. A areia infiltrava-se nos pequenos espaços deixados pelas pedras e pelas pedrinhas.

– Está cheio? – perguntou de novo.

– Não! – exclamaram os participantes.

O conferencista então pegou um jarro e começou a jogar água dentro do frasco, que absorvia a água, sem transbordar. Deu por encerrada a experiência e disse:

– Bem, o que acabamos de demonstrar?

Um participante respondeu:

– Que não importa o quão cheia esteja nossa agenda; se quisermos, sempre conseguiremos fazer com que caibam outros compromissos.

– Não! – concluiu o especialista. – O que esta lição nos ensina é que, se não colocarmos as pedras grandes primeiro, nunca seremos capazes de colocá-las depois. E quais são as grandes pedras da nossa vida? São nossos filhos, a pessoa amada, nossa família, os amigos, nossos sonhos, nossa saúde. Trabalho, agenda, compromissos sempre encontrarão seu lugar…

Pense nisso!

 

Pastor Nilton Barreto

Não se Pode Agradar a Todos

 

“Ele reserva para os justos a verdadeira sabedoria,

como um escudo para os que caminham em integridade.”

(Provérbios 2.7)

 

Muitas pessoas se comportam de uma forma que, imaginam, agradará a todos. Conheci um gerente que não sabia se agradava a seu diretor ou aos funcionários e, como era de se esperar, terminou perdendo o cargo e o emprego. A situação me fez lembrar a história do homem, do menino e do burro.

Um pai andava pelas ruas com seu filho e um jumento. O pai ia montado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando o burrico por uma corda.

– Pobre criança! – exclamou uma pessoa na rua. – Uma criança tão pequena se esforçando tanto! Como pode o pai ficar ali sentado tão calmamente em cima do burro, vendo o menino virar um farrapo de tanto correr.

O pai tomou a sério a observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o menino sobre a sela. Não passou muito tempo, outro passante ergueu a voz para dizer:

– Que absurdo! O pequeno fedelho vai lá sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.

Esse comentário magoou o menino, e então ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.

– Onde já se viu uma coisa dessas! – resmungou uma mulher que passava. Tamanha crueldade com os animais! O lombo do pobre jumento já está até envergonhado. Como pode esse velho e seu filho usarem o animal como se ele fosse um sofá? Pobre criatura!

O pai e o filho se entreolharam e, sem dizer uma palavra, desmontaram. Entretanto, mal tinham dado alguns passos, outro estranho fez troça deles:

– Graças a Deus não nasci tão otário assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se nem mesmo serve de montaria para um de vocês?

O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento, pôs a mão sobre o ombro do filho e disse:

– Independente do que fazemos, sempre há alguém discordando da nossa atitude. Acho melhor nós mesmos determinarmos o que é correto,  vivermos de acordo com nosso senso de justiça, e pautados na Palavra de Deus.

 

 Pastor Nilton Barreto